CRIANÇAS MEDIÚNICAS

Algumas crianças são mediúnicas, veem, sentem, conversam, intuem, mas o que fazer quando uma criança vinda ao consultório relata uma mediunidade tão aflorada? O melhor é levar esta criança tomar passes no centro espírita, participar da escolinha das crianças no centro espírita ou espiritualista se a criança já estiver maior, quase um pré-adolescente, conjuntamente com o centro que estará frequentando ver a possibilidade de estudar em um centro. Algo que é muito importante é os pais acreditar e ouvir seus relatos com interesse, mas nunca colocando o filho como alguém especial, pois mediunidade todo nós temos. Quando esta criança chega então aos 7 ou 8 anos de idade toda a ligação com o plano espiritual se corta então a criança fica mais presente aqui e agora ou aterrada ao seu plano físico, mas há alguns que não param de ter suas visões ai devemos observar se é uma mediunidade se desenvolvendo ou alguma ligação com suas vidas passadas. Se caso for mediunidade muito forte podemos então devagar no tempo do adolescente ali pelos 12 a 14 anos encaminhar a estudos no centro espírita ou espiritualista. Muitos centros espíritas estão abrindo os estudos as crianças para que devagar com o estudo da doutrina sua mediunidade possa somar em suas vidas e não ser motivo de atrapalho, já os centros espiritualistas estão recebendo jovens que tem a liberdade de primeiramente dar mais dedicação aos estudos de seus colégios e depois a seus estudos mediúnicos. Vale lembrar que os grandes gênios da humanidade fizeram seus grandes feitos muito novos, talvez canalizando todo o aprendizado do plano espiritual. Na verdade não podemos mais fugir ou negar, crianças mediúnicas estão por toda parte, mas já estavam aqui as crianças mediúnicas só que se falava menos, tínhamos menos informação sobre espiritualidade ,mas hoje com tudo que sabemos ,com a nossa nova consciência não podemos fingir que elas não estão aqui, só que haverá um momento que a mediunidade ,a clarividência a intuição farão parte de nossa vida cotidiana como se fosse algo normal como comer ou dormir, é a nova era a era do amor e do perdão. Juliana Vergütz Psicoterapeuta Reencarnacionista CONSULTÓRIO: Rua Adão Baino, 146 – Bairro Cristo Redentor Porto Alegre – RS – CEP 91350-240 Fone (51) 3517-6595 Compartilhe!Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)Clique para compartilhar no Twitter(abre em nova janela)Clique para compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela)Clique para enviar por email a um amigo(abre em nova janela)Clique para imprimir(abre em nova...

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CRIANÇAS QUE VEM DE OUTRAS GALÁXIAS

As crianças que vem de outros planetas se sentem como estranhos nesta terra, pois tem outra forma de sentir e de pensar, mas mesmo tendo toda esta bagagem evolutiva e vindo a terra com missões diversas, tem a mesma lei do esquecimento dos terráqueos o que muitas vezes os impossibilita de levar sua missão adiante. Quando chegam a terra não se adaptam a roupas, maneira de pensar das pessoas, comida, são diferentes e muitas vezes isolados e com frequência sabem de suas missões, e com elas muitas vezes nem se permitindo a serem crianças no corpo que receberam, na incompreensão das pessoas que estão seus pais nesta vida terrena se perdem as crianças e adolescentes nas drogas pois sua sensibilidade é muito grande e adaptação neste mundo tão pesado se de forma muito difícil para estes seres. Lembro de uma regressão de um ser que para vir a terra seu corpo teve que passar por transformações antes de vir ,e tanto é verdade que enquanto relatava o processo pelo qual teria passado a energia que era dela no planeta de origem, e que não poderia ser adaptada na terra nos queimou e sai da regressão como se tivesse passado a tarde exposta ao sol, vermelha principalmente em meu rosto, foi impressionante , e as regressões feitas após a esta sempre foram de uma liberação de energia muito intensa e constante, a ponto de não conseguir ficar quieta e minhas pernas sempre ficavam como se tivessem inquietas, ela relatou as naves que ficam ao redor da terra dos trabalhos para nos auxiliarem nosso trabalho evolutivo. Mais tarde foram feitas regressões em seu filho que também não era daqui e desta forma tinha dificuldade de se permitir ser criança enquanto sua missão não chegava; Os relatos das crianças adolescentes e adultos, são desde o planeta das plêiades até planetas azuis e laranjas onde os seres são amorosos altos e com muita evolução. E muitas vezes estes nem gostariam de vir, fazendo com que se fechem ao chegar aqui. Mas vem alguns com missões e outros porque não conseguiram permanecer na frequência do planeta em que estavam. O que nos é relevante é que são seres que não se adaptam e ao se descobrirem extraterrestes começam através destas compreensões a aceitar estar aqui, e até mesmo se permitem viver como crianças até a sua fase adulta e ai assumir sua missão. Sobre as escolas é muito importante ressaltar que as crianças de outros planetas já estão mais evoluídas em vários aspectos, e de certa forma mesmo inconsciente sabem o que querem fazer quando adultas, em termos profissionais pois vem dirigidas e projetadas a missões terrenas evolutivas Elas vem, para nos ajudar seja...

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Juliana Vergütz lança o livro A CIDADE DO AMOR

Juliana Vergütz lança o livro A CIDADE DO AMOR

Uma cidade sem trancas nas portas, sem grades nas janelas. Onde todos se cumprimentam, têm trabalho, são amigos e possuem um lar. Onde as crianças aprendem valores, caridade, yoga mas também aprendem português, matemática e música. Esta é a CIDADE DO AMOR, livro de estréia da psicoterapeuta reencarnacionista Juliana Vergütz. Nele, ela aborda a conversa entre mãe e duas filhas, naquela hora especial de contar uma história para dormir. A CIDADE DO AMOR foi ilustrado por Denise Brandt, artista plástica radicada em Brasília, criadora da grife Boneca de Papel®. A narração do livro ficou a cargo de Larissa Lima, autora do livro O Espanta Tranqueiras, também disponível na iBooks Store. Esta versão de A CIDADE DO AMOR foi feita para iPad. Você pode comprar o livro ou baixar uma amostra clicando no botão abaixo! Compartilhe!Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)Clique para compartilhar no Twitter(abre em nova janela)Clique para compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela)Clique para enviar por email a um amigo(abre em nova janela)Clique para imprimir(abre em nova...

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Regressão em crianças: dificuldade escolar

Regressão em crianças: dificuldade escolar

Sou mãe de duas meninas lindas, a Gabriela de 11 anos e a menor, Yasmim, de 7 anos. A Yasmim quando entrou para o 2º ano, a antiga primeira série, começou a demonstrar certa dificuldade em ler, o que me preocupava muito. Quando recebi suas primeiras notas, abaixo da média, e vendo a tristeza em seus olhos, me dei conta que ela teria que ter logo sua primeira experiência de regressão, afinal como poderia ajudar tantas crianças e não ajudar o Espírito da Yasmim, que vem como minha filha nesta encarnação? Então, naquela mesma noite, conversei com ela, se gostaria de se submeter a uma sessão de regressão e ela prontamente aceitou. Levei-a para meu quarto, coloquei uma música suave, peguei lápis de cor, uma mesinha e uma cadeirinha, assim como em meu consultório, e para minha surpresa, logo em seguida ela deu inicio ao relato de sua vida passada, através de desenhos, ao mesmo tempo em que me relatava o que estava acontecendo: Yasmim – Estou desenhando uma pracinha, eu e minha amiga na gangorra, chegou um temporal, raios, eu caí de cabeça na pedra, senti dor na cabeça, tu tava junto sentada num banco, (eu era mãe dela nesta vida passada), fiquei com os olhos fechados e tu foi ver se tava tudo bem comigo. Juliana – E estava tudo bem? Yasmim – Não, tive que ir para o hospital. Era uma salinha, fiquei deitada em uma maca, eu era de outra língua, inglês, eu acho que é por isso que eu vou bem em inglês, abri meus olhos e não me lembrava de algumas coisas, eu só lembrava da mãe, estava sem ar. Isto é o telhado do hospital (fez um desenho dela saindo do corpo físico), tinha uma janelinha lá em cima do telhado do hospital, uma escadinha pro último andar, é longa a escada, né? Eu tinha 6 anos, o porão do hospital, outra porta lá em baixo, um monte de pessoas doentes, tossindo muito e tinha máquinas lá em cima. Eu desci as escadas, fui no porão de baixo, vi muitas pessoas doentes, eu tive que ficar 13 dias no hospital. Eu voltei pra casa, tinha duas irmãs, uma tinha 11 anos e a outra 20 anos. Subi pro meu quarto, era grande a casa, tinha bastante janela, eu não consigo desenhar tantas janelas, as cortinas bem grandes, meu quarto é bem grande e tem uma sacada bem grande, duas janelas, eu tava de cadeira de roda, eu gostava daquela sacada. Eu te contei que eu tinha uma casa na árvore? É por isso que eu não sei escrever, eu era de outra língua. A minha irmã maior me levava pra casa da árvore, e tinha escada...

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Os dois tipos de Psicoterapia

Os dois tipos de Psicoterapia

Existia até hoje apenas um tipo de Psicoterapia, seguida por todas as Escolas psicoterápicas, desde as mais ortodoxas até as mais recentes: a psicoterapia dos sentimentos. Há séculos todos nós temos utilizado esse paradigma, o de tratar os sentimentos das pessoas que nos procuram no consultório. O que tem nos importado é os seus sentimentos, é o nosso foco, onde colocamos a nossa atenção, o que desejamos que melhorem. Estamos sempre tentando ajudar as pessoas a melhorarem os seus sentimentos, amenizarem as suas dores, as suas mágoas, os seus sentimentos de rejeição, as suas raivas, as suas críticas, na esperança, de que, quem sabe, com anos e anos de terapia, com sessões e mais sessões, elas evoluam para um patamar mais elevado de sentimentos, libertem-se, voem para um lugar onde o ar seja mais puro, o panorama mais belo e o horizonte mais amplo. E, realmente, com as terapias, diversas e diversificadas, ortodoxas, “modernas”, oficiais, alternativas, muitas pessoas melhoram os seus sentimentos, muitas perdoam seus algozes, uma grande parte consegue amenizar os seus sofrimentos emocionais. E após anos de terapia, dezenas de sessões, os sobreviventes podem afirmar que estão melhores, que amenizaram a sua vida, que acalmaram os seus sentimentos subterrâneos ou vulcônicos, que sentem-se melhores, que convivem melhor com os demais, até com os causadores dos seus males, que estão vivendo de uma maneira bem mais satisfatória, trabalhando melhor, sentindo-se mais leves e felizes. E a nossa missão, a dos psicoterapeutas, vai-se realizando, e seguindo o nosso trabalho sentindo que estamos fazendo o possível, e em muitos casos, estamos conseguindo. Mas nesse tempo todo temos fracassado nessa nossa boa intenção de realmente curar as pessoas de suas feridas, e nos curarmos das nossas, por um motivo muito simples: a história de vida que elas nos contam e a nossa própria história de vida não é a história verdadeira, ela é a história aparente criada por uma estrutura muito superficial da nossa personalidade: a nossa persona. Pois a persona, desde a infância, lê as coisas, vê a realidade à sua volta da maneira como consegue, como é capaz, com a visão superficial característica de sua própria superficialidade, e que parece real, mas não é. A persona é uma ilusão que criamos a nosso respeito e a sua história é, então, a ilusão da ilusão. E essa história ilusória é a que acreditamos e ela mimetiza-se em nossos sentimentos e, quando vamos realizar um tratamento psicoterápico, é essa história que contamos para nosso terapeuta que, por também acreditar na sua própria história ilusória, acredita na nossa e resolvemos então em conjunto melhorarmos os sentimentos que vêm junto com ela, e às vezes conseguimos, às vezes não, ou seja, temos sucesso...

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A Psicoterapia Reencarnacionista

A Psicoterapia Reencarnacionista

A Psicoterapia Reencarnacionista é uma moderna Escola psicológica, que agrega a Reencarnação ao seu Método, e visa ajudar a todos nós a mudarmos a visão que temos da nossa infância e da nossa vida, o que chamamos de “versão persona”. Ela quer nos ajudar a encontrar a versão que o nosso Espírito e nossos Mentores Espirituais têm a esse respeito: a Versão Espírito. Essa é a base operacional da Psicoterapia Reencarnacionista: a mudança da “versão-persona” para a “Versão-Espírito”. Sem essa mudança de visão, de interpretação, que demos à nossa infância e continuamos dando a ela e aos fatos e às situações da nossa vida, não é possível ter sucesso em um tratamento com a Psicoterapia Reencarnacionista. A finalidade é fazer com que, aqui na Terra, enxerguemos e entendamos a nossa vida como se já estivéssemos desencarnados lá no Mundo Espiritual, olhando o Telão e conversando com os Orientadores. E isso pode ser feito aqui, enquanto estamos encarnados, isso é Psicoterapia Reencarnacionista. A nossa infância foi co-criada por nós, segundo as Leis da Finalidade, da Necessidade, do Merecimento e do Retorno, e os fatos de nossa vida são apenas continuação da aplicação dessas Leis em nosso destino. Entender isso é a meta da Psicoterapia Reencarnacionista, permanecer enxergando com os olhos da nossa persona é manter as inferioridades que viemos curar em nós e, pior, às vezes, amplificá-las. Essa nova psicologia nasceu com a finalidade de trazer à Psicologia e à Psiquiatria uma possibilidade de expansão nunca antes imaginada. É a maior revolução na história da Psicologia depois de Freud, o aflorar de um novo paradigma em que a Reencarnação é agregada aos conceitos psicológicos, criando uma nova maneira de entender os dramas e conflitos de todos nós, e as consequentes doenças físicas, psicológicas e mentais, advindas do equívoco da versão da nossa persona a respeito dos fatos da vida. Com a Reencarnação, a infância deixa de ser considerada o início da vida e passa a ser vista como a continuação de nossa vida eterna, a nossa família não é mais um conjunto de pessoas que se uniram ao acaso por laços afetivos e, sim, um agrupamento de Espíritos unidos por laços kármicos, as situações que vamos encontrando no decorrer da vida não são aleatórias e, sim, reflexos, consequências e decorrências de nossos atos passados, são necessidades para o nosso projeto evolutivo espiritual. Todos nós somos Espíritos, com graus diversos de evolução e intenção, uns inseridos dentro de um corpo físico, outros libertos desse arcabouço, e ao nosso redor existem milhões de seres invisíveis com a capacidade de nos afetar, benéfica ou negativamente. O Dr. Bezerra de Menezes em seu livro “A Loucura Sob Novo Prisma”, afirma que a maioria dos...

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