Juliana Vergütz lança o livro A CIDADE DO AMOR

Juliana Vergütz lança o livro A CIDADE DO AMOR

Uma cidade sem trancas nas portas, sem grades nas janelas. Onde todos se cumprimentam, têm trabalho, são amigos e possuem um lar. Onde as crianças aprendem valores, caridade, yoga mas também aprendem português, matemática e música. Esta é a CIDADE DO AMOR, livro de estréia da psicoterapeuta reencarnacionista Juliana Vergütz. Nele, ela aborda a conversa entre mãe e duas filhas, naquela hora especial de contar uma história para dormir. A CIDADE DO AMOR foi ilustrado por Denise Brandt, artista plástica radicada em Brasília, criadora da grife Boneca de Papel®. A narração do livro ficou a cargo de Larissa Lima, autora do livro O Espanta Tranqueiras, também disponível na iBooks Store. Esta versão de A CIDADE DO AMOR foi feita para iPad. Você pode comprar o livro ou baixar uma amostra clicando no botão abaixo! Compartilhe!Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)Clique para compartilhar no Twitter(abre em nova janela)Clique para compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela)Clique para enviar por email a um amigo(abre em nova janela)Clique para imprimir(abre em nova...

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Regressão em crianças: dificuldade escolar

Regressão em crianças: dificuldade escolar

Sou mãe de duas meninas lindas, a Gabriela de 11 anos e a menor, Yasmim, de 7 anos. A Yasmim quando entrou para o 2º ano, a antiga primeira série, começou a demonstrar certa dificuldade em ler, o que me preocupava muito. Quando recebi suas primeiras notas, abaixo da média, e vendo a tristeza em seus olhos, me dei conta que ela teria que ter logo sua primeira experiência de regressão, afinal como poderia ajudar tantas crianças e não ajudar o Espírito da Yasmim, que vem como minha filha nesta encarnação? Então, naquela mesma noite, conversei com ela, se gostaria de se submeter a uma sessão de regressão e ela prontamente aceitou. Levei-a para meu quarto, coloquei uma música suave, peguei lápis de cor, uma mesinha e uma cadeirinha, assim como em meu consultório, e para minha surpresa, logo em seguida ela deu inicio ao relato de sua vida passada, através de desenhos, ao mesmo tempo em que me relatava o que estava acontecendo: Yasmim – Estou desenhando uma pracinha, eu e minha amiga na gangorra, chegou um temporal, raios, eu caí de cabeça na pedra, senti dor na cabeça, tu tava junto sentada num banco, (eu era mãe dela nesta vida passada), fiquei com os olhos fechados e tu foi ver se tava tudo bem comigo. Juliana – E estava tudo bem? Yasmim – Não, tive que ir para o hospital. Era uma salinha, fiquei deitada em uma maca, eu era de outra língua, inglês, eu acho que é por isso que eu vou bem em inglês, abri meus olhos e não me lembrava de algumas coisas, eu só lembrava da mãe, estava sem ar. Isto é o telhado do hospital (fez um desenho dela saindo do corpo físico), tinha uma janelinha lá em cima do telhado do hospital, uma escadinha pro último andar, é longa a escada, né? Eu tinha 6 anos, o porão do hospital, outra porta lá em baixo, um monte de pessoas doentes, tossindo muito e tinha máquinas lá em cima. Eu desci as escadas, fui no porão de baixo, vi muitas pessoas doentes, eu tive que ficar 13 dias no hospital. Eu voltei pra casa, tinha duas irmãs, uma tinha 11 anos e a outra 20 anos. Subi pro meu quarto, era grande a casa, tinha bastante janela, eu não consigo desenhar tantas janelas, as cortinas bem grandes, meu quarto é bem grande e tem uma sacada bem grande, duas janelas, eu tava de cadeira de roda, eu gostava daquela sacada. Eu te contei que eu tinha uma casa na árvore? É por isso que eu não sei escrever, eu era de outra língua. A minha irmã maior me levava pra casa da árvore, e tinha escada...

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Os dois tipos de Psicoterapia

Os dois tipos de Psicoterapia

Existia até hoje apenas um tipo de Psicoterapia, seguida por todas as Escolas psicoterápicas, desde as mais ortodoxas até as mais recentes: a psicoterapia dos sentimentos. Há séculos todos nós temos utilizado esse paradigma, o de tratar os sentimentos das pessoas que nos procuram no consultório. O que tem nos importado é os seus sentimentos, é o nosso foco, onde colocamos a nossa atenção, o que desejamos que melhorem. Estamos sempre tentando ajudar as pessoas a melhorarem os seus sentimentos, amenizarem as suas dores, as suas mágoas, os seus sentimentos de rejeição, as suas raivas, as suas críticas, na esperança, de que, quem sabe, com anos e anos de terapia, com sessões e mais sessões, elas evoluam para um patamar mais elevado de sentimentos, libertem-se, voem para um lugar onde o ar seja mais puro, o panorama mais belo e o horizonte mais amplo. E, realmente, com as terapias, diversas e diversificadas, ortodoxas, “modernas”, oficiais, alternativas, muitas pessoas melhoram os seus sentimentos, muitas perdoam seus algozes, uma grande parte consegue amenizar os seus sofrimentos emocionais. E após anos de terapia, dezenas de sessões, os sobreviventes podem afirmar que estão melhores, que amenizaram a sua vida, que acalmaram os seus sentimentos subterrâneos ou vulcônicos, que sentem-se melhores, que convivem melhor com os demais, até com os causadores dos seus males, que estão vivendo de uma maneira bem mais satisfatória, trabalhando melhor, sentindo-se mais leves e felizes. E a nossa missão, a dos psicoterapeutas, vai-se realizando, e seguindo o nosso trabalho sentindo que estamos fazendo o possível, e em muitos casos, estamos conseguindo. Mas nesse tempo todo temos fracassado nessa nossa boa intenção de realmente curar as pessoas de suas feridas, e nos curarmos das nossas, por um motivo muito simples: a história de vida que elas nos contam e a nossa própria história de vida não é a história verdadeira, ela é a história aparente criada por uma estrutura muito superficial da nossa personalidade: a nossa persona. Pois a persona, desde a infância, lê as coisas, vê a realidade à sua volta da maneira como consegue, como é capaz, com a visão superficial característica de sua própria superficialidade, e que parece real, mas não é. A persona é uma ilusão que criamos a nosso respeito e a sua história é, então, a ilusão da ilusão. E essa história ilusória é a que acreditamos e ela mimetiza-se em nossos sentimentos e, quando vamos realizar um tratamento psicoterápico, é essa história que contamos para nosso terapeuta que, por também acreditar na sua própria história ilusória, acredita na nossa e resolvemos então em conjunto melhorarmos os sentimentos que vêm junto com ela, e às vezes conseguimos, às vezes não, ou seja, temos sucesso...

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A Psicoterapia Reencarnacionista

A Psicoterapia Reencarnacionista

A Psicoterapia Reencarnacionista é uma moderna Escola psicológica, que agrega a Reencarnação ao seu Método, e visa ajudar a todos nós a mudarmos a visão que temos da nossa infância e da nossa vida, o que chamamos de “versão persona”. Ela quer nos ajudar a encontrar a versão que o nosso Espírito e nossos Mentores Espirituais têm a esse respeito: a Versão Espírito. Essa é a base operacional da Psicoterapia Reencarnacionista: a mudança da “versão-persona” para a “Versão-Espírito”. Sem essa mudança de visão, de interpretação, que demos à nossa infância e continuamos dando a ela e aos fatos e às situações da nossa vida, não é possível ter sucesso em um tratamento com a Psicoterapia Reencarnacionista. A finalidade é fazer com que, aqui na Terra, enxerguemos e entendamos a nossa vida como se já estivéssemos desencarnados lá no Mundo Espiritual, olhando o Telão e conversando com os Orientadores. E isso pode ser feito aqui, enquanto estamos encarnados, isso é Psicoterapia Reencarnacionista. A nossa infância foi co-criada por nós, segundo as Leis da Finalidade, da Necessidade, do Merecimento e do Retorno, e os fatos de nossa vida são apenas continuação da aplicação dessas Leis em nosso destino. Entender isso é a meta da Psicoterapia Reencarnacionista, permanecer enxergando com os olhos da nossa persona é manter as inferioridades que viemos curar em nós e, pior, às vezes, amplificá-las. Essa nova psicologia nasceu com a finalidade de trazer à Psicologia e à Psiquiatria uma possibilidade de expansão nunca antes imaginada. É a maior revolução na história da Psicologia depois de Freud, o aflorar de um novo paradigma em que a Reencarnação é agregada aos conceitos psicológicos, criando uma nova maneira de entender os dramas e conflitos de todos nós, e as consequentes doenças físicas, psicológicas e mentais, advindas do equívoco da versão da nossa persona a respeito dos fatos da vida. Com a Reencarnação, a infância deixa de ser considerada o início da vida e passa a ser vista como a continuação de nossa vida eterna, a nossa família não é mais um conjunto de pessoas que se uniram ao acaso por laços afetivos e, sim, um agrupamento de Espíritos unidos por laços kármicos, as situações que vamos encontrando no decorrer da vida não são aleatórias e, sim, reflexos, consequências e decorrências de nossos atos passados, são necessidades para o nosso projeto evolutivo espiritual. Todos nós somos Espíritos, com graus diversos de evolução e intenção, uns inseridos dentro de um corpo físico, outros libertos desse arcabouço, e ao nosso redor existem milhões de seres invisíveis com a capacidade de nos afetar, benéfica ou negativamente. O Dr. Bezerra de Menezes em seu livro “A Loucura Sob Novo Prisma”, afirma que a maioria dos...

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Mensagem do Irmão Luiz Paulo

Mensagem do Irmão Luiz Paulo

A recorrente negação de nossas aptidões, vida após vida, vai criando camadas que dificultam o acesso a informações do nosso subconsciente. A única forma de reduzir os danos do perispírito é permitindo que tais dados sejam “traduzidos” e trazidos à consciência através dos mentores, que guiam o processo de psicoterapia reencarnacionista. A partir da verbalização das imagens e sentimentos, muitas vezes sem explicação racional, essa “crosta” vai amolecendo, limpando, sendo removida. Até o ponto onde o próprio coração seja capaz de acessar tal fato, história, acontecimento; lidando com isso sem os males que antes prejudicavam o pleno desenvolvimento da encarnação em curso. Não creiamos, porém, que tudo se resolve exclusivamente nas consultas e psicoterapias (sessões) em si, mas sim ao longo do “período de tratamento e pós tratamento”, onde a limpeza se consolida, devido à nova consciência obtida e exercitada pela pessoa. A “desconexão” no Ponto Ideal é importante para estabelecer um marco naquela existência específica; e esse ponto deve permanecer sintonizado à pessoa ao longo do seu dia a dia, mantendo-a de certa forma conectada à verdadeira realidade durante sua experiência aqui no plano material. Nós, mentores, somos apenas instrumentos, assim como vocês, terapeutas/médiuns, das autorizações obtidas pelo Plano Maior para ajudar nossos amados irmãos na busca por sua reforma íntima e mudança de hábitos, a partir do entendimento de fatos que os impeçam de cumprir suas missões no planeta Terra”. Que a paz de Javé esteja com todos. Irmão Luiz Paulo Compartilhe!Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)Clique para compartilhar no Twitter(abre em nova janela)Clique para compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela)Clique para enviar por email a um amigo(abre em nova janela)Clique para imprimir(abre em nova...

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A Finalidade da Psicoterapia Reencarnacionista

A Finalidade da Psicoterapia Reencarnacionista

Com o retorno da Reencarnação à memória mais e mais, e cada vez mais, pessoas aqui no lado ocidental do nosso planeta, o que antes parecia ser apenas um conceito religioso, com a chegada da Psicoterapia Reencarnacionista, adentra o Consultório dos Terapeutas e revela-se um assunto Psicoterápico. Com o ingresso da Reencarnação no Consultório, as histórias das personas começam a ser questionadas e mesmo que seja extremamente difícil sabermos a nossa história verdadeira e das pessoas que vêm buscar esse tipo de tratamento, uma coisa sabemos: aquelas histórias, recheadas de mágoa, de sentimento de rejeição, de raiva, de crítica, de indignação, não são as histórias verdadeiras do Espírito daquelas personas, e da nossa persona, são as histórias que foram lidas dessa maneira, desde a infância, seguiram sendo lidas nas adolescências, na vida adulta e na imensa maioria dos casos até a velhice chegar e até a hora da morte. E então, o nosso Espírito sai do nosso corpo falido, sobe para o Mundo Espiritual e lá, aos poucos, vai libertando-se dos seus rótulos e consequentemente de sua persona e, na medida que isso vai acontecendo, vamos percebendo que passamos uma vida toda acreditando em algo, em uma visão da nossa vida, em uma história que, agora, começa a diluir-se, até desaparecer por completo! Aqui embaixo éramos o filho ou a filha de alguém, o pai ou a mãe de alguém, tínhamos um Nome e um sobrenome, tínhamos um gênero sexual, pertencíamos a uma raça, tínhamos uma cor de pele, uma nacionalidade, e aos poucos, no Mundo Espiritual, vamos deixando de ser tudo isso, vamos perdendo os nossos rótulos, como se fôssemos nos descascando, descascando, e o que vai surgindo? Uma Essência, uma estrutura energética, que aqui na Terra tem sido chamada de Espírito, e que somos nós mesmos, o nosso aspecto verdadeiro, onde podemos encontrar a nossa história verdadeira, bem diferente daquela história que passamos décadas acreditando, tão certinha e coerente, que contávamos para as pessoas, para os nossos Terapeutas, e nós acreditávamos nela, e todos acreditavam nela, pois todas as pessoas passam toda a sua encarnação acreditando em suas histórias, sem perceber que são as histórias criadas pelas nossas personas e as nossas personas são cascas temporárias, de rótulos temporários, e que um dia sucumbem e deixam vir à tona, aos poucos, lá em cima, no local da libertação, a história verdadeira. Compartilhe!Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)Clique para compartilhar no Twitter(abre em nova janela)Clique para compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela)Clique para enviar por email a um amigo(abre em nova janela)Clique para imprimir(abre em nova...

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